12 de janeiro de 2014

14.01.14

"Uma pessoa vai à floresta colher alimentos e já há a ideia de um fruto em vez de outro que se formou no seu espírito. Depois, pode ser que se encontre um fruto diferente e não aquele em que se pensou. Esperava-se uma alegria e recebeu-se outra. Mas nunca tinha antes dado por isso... Que no próprio momento do achado há no espírito uma espécie de ideia de afastamento, de pôr de lado. A imagem do fruto que não achamos continua a estar, por um momento, diante dos nossos olhos. E se desejássemos... E se fosse possível desejar... Podia lá continuar. Podíamos recusar o bem real; podíamos fazer com que o fruto real fosse insípido, à força de pensar no outro."
Pensava que nós seguíamos caminhos já feitos, mas parece que não os há. O nosso ir faz o caminho.
- C.S. Lewis

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